Pedro Rodrigues Neto, 36 anos, é jornalista formado pela Universidade Tuiuti do Paraná e mediador de conflitos formado pela Acadêmia de Direito do Centro Europeu. Ao longo de mais de uma década de carreira viveu e experimentou diversas experiências que o jornalismo diário e assessoria de imprensa podem oferecer.

Atuou durante seis anos como repórter policial, onde conheceu e conviveu com as mais graves mazelas sociais do país.Também foi repórter das editorias de política, economia e cultura. Ganhou destaque com produções que retratavam as diversas facetas sociais com reportagens policiais, culturais e de cotidiano.

Foi secretário de Comunicação do município de Araucária, segunda maior economia do estado Paraná, e atuou diretamente na mediação e solução de conflitos institucionais. Foi o porta voz responsável por receber e dar andamento a demandas da comunidade e entidades locais.

A experiência lhe trouxe um novo olhar sobre a sociedade e resolveu se aprofundar na temática “solução e mediação de conflitos”. Formou-se como mediador de conflitos pela Acadêmia de Direito do Centro Europeu.

Atualmente, Pedro presta assessoria de imprensa para casos de grande comoção e repercussão. O mais emblemático deles é o da morte da fisiculturista Renata Muggiati, assassinada em setembro de 2015, após uma discussão com seu namorado na época, o médico Raphael Suss Marques, acusado de estrangular e depois jogar Renata da janela de seu apartamento, no vigésimo primeiro andar  de um edifício no centro de Curitiba.

No caso Renata, Pedro atua como produtor de conteúdo para a página “Justiça para Renata Muggiati“, assessoria de imprensa e presta consultoria na implementação de campanhas de combate a violência contra a mulher.

Jornada 

O desejo de viajar ao encontro das dez cidades mais pobres do Brasil é um sonho antigo. Pesquisador dedicado sobre o tema “desigualdade”, Neto amadureceu a ideia ao longo dos anos e tomou sua decisão. “Este ano foi decisivo. É hora de investir neste projeto, produzir o documentário e retratar um Brasil que muitos ignoram existir. Não podemos falar em futuro sem olhar para essas regiões, o Brasil é um só”, disse.

Sobre sua produção, a busca pela notícia, pelos fatos que se desenrolam nesses municípios, Pedro diz que será uma tarefa árdua, de muita concentração, entrega e comprometimento. “São municípios onde 90% da população vive com menos de R$ 100 por mês. Regiões de sertão, outras isoladas na floresta amazônica. Alguém que não viva nessa realidade consegue mensurar o que é nascer, crescer e morrer num lugar desses? Eu honestamente estou me preparando muito para essa viagem, é um desafio em todos os sentidos, mas acima de tudo, um exercício de respeito e empatia com o próximo. Mudará a minha vida, não tenho dúvidas”, concluiu o jornalista.

Contribuição 

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